A social-democrata Rubina Leal destacou o legado do PSD/Madeira no desenvolvimento da Região, alertando que “quem tem este legado, não pode adormecer”.
A dirigente entende que “o que nos distingue tem de ser sempre a coesão”, aclarando que a divergência e a discussão fazem parte. “Mas há uma linha que não pode ser ultrapassada, que é a unidade”. A seu ver, os partidos às vezes caem por divergências internas. “No nosso partido não há lugar para se colocar em bicos de pés. Todos somos importantes. Todos contamos”, vincou, reforçando que não há lugar também para agendas próprias. “A nossa agenda é a que foi votada pelos madeirenses”.
“Quando criamos ruido interno e fragmentação, só há um único propósito, facilitar a vida da oposição, e nós estamos aqui para servir a democracia, o nosso partido e a nossa região”, disse ainda Rubina Leal, que destacou a estabilidade que se vive atualmente na Região. “Contudo, este não é um momento de pausa”, mas de consolidação do PSD, no terreno com as pessoas, que se fortalecem as estruturas locais e se mobilizem os militantes. “Um partido forte não se constrói apenas nas campanhas”, realçou.
Rubina Leal, também presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, focou o amo simbólico que se assinala, com os 50 anos da autonomia, lembrando o programa criado a nível regional e nacional, que “irá reforçar o nosso processo autonómico”.