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Miguel Sousa: “mobilidade precisa de um teto máximo, mas é no roubo que praticam nos preços”

Data de publicação
18 Abril 2026
12:48

O social-democrata Miguel Sousa fez um discurso em que expressou a sua desilusão com o tratamento dado pela República à Madeira. “Sou cada vez menos português e cada vez mais madeirense”.

Criticando os ataques à autonomia, na intervenção no Congresso Regional do PSD, Miguel Sousa lamentou o espírito de pobre que querem impor, em Lisboa, à Madeira.

Aditou que não defende separatismo, mas quer mais independência para a Região. Miguel Sousa afirmou que “não sou mais do PSD de Luís Montenegro”, nem de Hugo Marques e do “rebanho” do grupo parlamentar e da classe política de Lisboa, que “está podre”.

Ao longo do seu discurso, Miguel Sousa criticou também um PSD elitista de Cascais, sem olharem para as pessoas. Dirigindo-se ao líder do partido regional, afirmou que “és muito melhor do que eles”, pelo trabalho junto das pessoas que realiza, tornando-se “num grande político”.

Miguel Sousa entende que é tempo de refundar a autonomia, “de recomeçar de novo, com o talento e saber desta geração, com uma nova ambição que não estrague nada mas que assuma um novo entendimento do que é estar em Portugal e na Europa.

Sobre a mobilidade, Miguel Sousa afirmou que “precisa de um teto máximo, mas nos preços que praticam, no roubo que nos fazem. Temos os preços das viagens das mais caras do mundo. O governo regional tem de encontrar solução para este absurdo. Exigir em vez de ser cumplice do assalto aos residentes.”

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