Ricardo Lume destacou hoje a vitória dos trabalhadores do Centro de Abate da Região Autónoma da Madeira (CARAM) no Tribunal Administrativo do Funchal.
Em comunicado, o dirigente do PCP Madeira destaca que no passado dia 13 de janeiro “o Tribunal Administrativo do Funchal deu razão aos trabalhadores, considerando que a definição dos serviços mínimos violava o princípio da proporcionalidade e resultava numa compressão excessiva do exercício do direito à greve, anulando o despacho conjunto do Governo Regional”.
Perante esta situação, o também membro do Comité Central e outros militantes comunistas estiveram hoje junto às instalações do CARAM, para evidenciar a luta “persistente” dos trabalhadores “pelos seus direitos laborais, que deve ser reconhecida, valorizada e tomada como exemplo por outros setores”.
Segundo o dirigente, “foi através dessa luta que estes trabalhadores conquistaram importantes direitos, como a aplicação das 35 horas semanais de trabalho, o subsídio de insularidade e os 25 dias úteis de férias”.
Lume lembra que ainda “mantêm a reivindicação por uma justa valorização do subsídio de risco, exigência que continua a não obter resposta por parte da administração da empresa e do Governo Regional”.