A implantação da pista não é a mesma e hoje os aviões estão dotados de tecnologia completamente diferente daquilo que existia em 1964. Daí que seja urgente a revisão das das medidas de segurança para aterragem no Aeroporto Internacional da Madeira, insiste o presidente do Governo numa altura em que a Região volta a registar alguns constrangimentos por causa do vento.
À margem da visita ao novo ginásio da Fitness Factory, no Caniço, Miguel Albuquerque defendeu a importância de olharmos para a nova realidade tecnológica, para a nova pista e termos um grupo de trabalho técnico que volte a estudar esses limites impostos para a aterragem na Madeira.
"Não podemos continuar no passado quando há uma diferença muito grande. É preciso avaliar se os limites estabelecidos em 1964, por um avião de 1945, estão ultrapassados ou não", defendeu.
O chefe do Executivo diz que tem de haver abertura porque esta é uma questão muito importante para a Madeira. Confrontado com o facto de já se estar a falar há muito tempo sobre isto, Miguel Albuquerque concluiu: "tudo o que vem do Estado, andamos a falar há muito tempo".
Carla Ribeiro