A autarca Élia Ascensão revelou, hoje, durante a reunião de Câmara de Santa Cruz, que decorreu na Camacha, que o município que lidera encerrou as contas relativas ao exercício de 2025 com um “desempenho financeiro notável, consolidando o legado de rigor e responsabilidade que caracterizou o culminar dos últimos três mandatos, cujo término em outubro último deu início a um novo ciclo”.
A presidente da Câmara apresentava a proposta de Prestação de Contas do Exercício Económico de 2025, ano em que a taxa de execução da receita global rondou os 103,3%. No entender do executivo municipal, trata-se de um “indicador claro da eficiência na arrecadação de fundos e do equilíbrio financeiro sustentado ao longo dos anos e ainda boas práticas ao nível da construção e elaboração do orçamento”.
Élia Ascensão revelou, ainda, que, no que respeita à despesa global, esta fixou-se nos 78,6%, “refletindo uma gestão prudente e planeada”. Realçou, por isso, que as contas municipais de 2025 são um “reflexo da estratégia bem-sucedida da gestão municipal implementada pelo Juntos Pelo Povo (JPP), que assegurou não apenas o equilíbrio financeiro, mas também um planeamento de investimentos estruturado e sustentado até 2029”.
“Esta visão de longo prazo garante que Santa Cruz continua a crescer e a desenvolver-se, sem comprometer as finanças municipais”, pode ler-se em nota de imprensa.
A autarca explicou que as finanças “foram um pilar estratégico para Santa Cruz, demonstrando uma governação transparente, responsável e focada na população que pode transformar a realidade financeira de uma autarquia”.
Na reunião de Câmara foram ainda aprovadas várias propostas de atribuição de medalhas municipais de mérito, grau ouro, nomeadamente a Maria Cisaltina Nunes, a título póstumo, pelo seu contributo relevante na área social, ao comendador António Nunes Nóbrega, um “dos mais relevantes investidores e empresários do concelho”, à médica Licínia Lara Rodrigues Araújo, munícipe de Santa Cruz, pioneira e responsável pela unidade de Cuidados Paliativos, e ao historiador Emanuel Gaspar de Freitas pelo “contributo relevante na Casa da Cultura e na divulgação do património municipal, bem como pelo seu percurso académico e de investigador na área do património”.