O ministro da Cultura de Cabo Verde, Augusto Veiga, anunciou hoje cinco concursos literários anuais no arquipélago, três dos quais inéditos, para promover a produção de novas obras.
Entre os inéditos estão o prémio literário Baltazar Lopes, categoria romance, no valor de 500 mil escudos (cerca de 4.500 euros), o galardão Eugénio Tavares, para contos, que vai atribuir 400 mil escudos (3.600 euros) e o prémio Jorge Barbosa, dirigido à poesia, também no valor de 400 mil escudos (3.600 euros).
Serão ainda retomados os prémios Orlanda Amaralilis (infanto-juvenil), com uma distinção pecuniária de 200 mil escudos (1.800 euros) e o prémio Mário Fonseca (para editoras), que ascenderá a 400 mil escudos (3.600 euros).
“A escolha dos patronos espelha a vontade do Governo de homenagear os grandes vultos da literatura cabo-verdiana”, justificou.
Os júris deverão contar com académicos, escritores e editores.
Augusto Veiga espera que as distinções sirvam para “enriquecer o património escrito cabo-verdiano”, como forma de salvaguardar a identidade cultural do país.