Criado em 2001, o ‘Programa Escolhas’ tem como missão promover a inclusão social de crianças e jovens provenientes de contextos socioeconómicos mais vulneráveis, através do desenvolvimento de competências pessoais, sociais, cognitivas e de pensamento crítico e criativo. Cofinanciado pela União Europeia, no âmbito da medida ‘Pessoas 2030’, o programa integra atualmente 118 projetos em todo o país. Na Madeira, decorrem duas iniciativas: uma em Santa Cruz e outra no Porto Santo.
No âmbito do acompanhamento do projeto ‘Pxo@EmpoweringFutures – E9G’, dinamizado pela Associação Casa do Voluntário, a secretária regional de Inclusão, Trabalho e Juventude, Paula Margarido, deslocou-se esta quarta-feira ao Porto Santo. A visita contou ainda com a presença do diretor regional de Juventude, André Alves, do vice-presidente do Instituto Português do Desporto e Juventude, Paulo Santos, do diretor do Departamento de Programas Juvenis, Francisco Neves, e do responsável pelo Programa Escolhas para as regiões Centro, Sul e Ilhas, João Matela.
“O projeto ‘Pxo@EmpoweringFutures’ demonstra que a insularidade não pode constituir um obstáculo à igualdade de oportunidades. Ao investirmos nestas crianças e jovens, estamos a capacitá-los com ferramentas concretas para que o contexto socioeconómico não determine os limites dos seus sonhos, garantindo que ninguém fique para trás no percurso rumo ao sucesso escolar e profissional”, destacou a governante.
Durante a deslocação ao Porto Santo, Paula Margarido, acompanhada pela presidente do Instituto de Segurança Social da Madeira, Nivalda Gonçalves, reuniu-se igualmente com instituições parceiras locais e participou na conferência ‘Porto Santo: Cuidar, incluir e Transformar’, momento em que foi apresentado o ‘Estudo de Caracterização da População Idosa (65+)’, promovido pelo município do Porto Santo.
Na sua intervenção, a secretária regional abordou ainda as respostas sociais implementadas pelo Governo Regional, sublinhando a importância do conhecimento rigoroso da realidade social para a definição de políticas públicas.
“Este estudo representa conhecimento. E governar bem exige precisamente isso: conhecer a realidade, ouvir as pessoas e planear respostas ajustadas às necessidades concretas da população”, afirmou.