João (nome fictício), filho de emigrantes madeirenses na África do Sul, tinha uma vida que, vista de fora, parecia estável. No regresso a Portugal, nos anos 90, foi viver para o Porto, onde montou uma empresa de sucesso, constituiu família com uma madeirense com quem casou, tinha carro de luxo e casa paga, mais do que muita gente tinha e tem. Contudo, pelo meio, houve algo que se foi instalando e interferindo com essa estabilidade aparente.
Esse algo dá pelo nome de álcool e surgiu conforme a vida social do então empresário se foi emaranhando com os compromissos profissionais. Almoços prolongados, regados com vinho e rematados com digestivo, e reuniões de negócios, que se prolongavam até tarde e eram, igualmente, fechadas com whisky, revelaram-se, ao fim de uns tempos, nefastos, devido à relação descontrolada que João passou a ter com as bebidas alcoólicas.
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