Na reta final do ‘Parlamento na Comunidade’, a presidente da Assembleia Legislativa da Madeira agradeceu a pronta disponibilidade de Jorge Moreira, para participar como antigo deputado convidado, por aceder ao convite. O critério tem sido convidar o representante mais antigo de cada concelho, explicou.
Por outro lado, Rubina Leal reconheceu os desafios lançados nesta sessão na comunidade, nomeadamente a manutenção deste tipo de iniciativas nos vários concelhos, explicando que os 50 anos de Autonomia marcam o orçamento deste ano.
Será importante continuar a pensar o futuro, noutros anos da legislatura, com outros formatos com a população, como presidências abertas, ficando aberta a possibilidade para a parceria com o JM. “É importante sair fora de portas. É a forma certa”, vincou Rubina Leal, apontando ainda o projeto ‘Parlamento na Escola’.
A responsável clarificou que o parlamento tem responsabilidades legislativas, enquanto o governo executa. Isto para aditar que tem de haver equilíbrio entre as prioridades e as contas públicas. No âmbito das infraestruturas, a necessidade de obras tem sido defendida várias vezes no parlamento, disse.
Defendendo “a palavra livre”, Rubina Leal afiançou que há liberdade de expressão, sem aceitar a ofensa, no parlamento madeirense, sendo o reflexo naquela casa as escolhas dos madeirenses através do voto nos seus representantes.
Lembrou o prémio ‘Dr Emanuel Rodrigues’, na Assembleia, que “foi algo que tinha de ser efetuado”, em reconhecimento de quem trabalha em prol da Madeira, o projeto das ‘Figuras da Autonomia’, entre outros que vão surgir.