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GR prepara novo pacote de apoios às empresas afetadas pelo preço dos combustíveis

Data de publicação
09 Abril 2026
11:53

O secretário regional da Economia, à margem da Cerimónia do 108.º aniversário da Batalha de La Lys e do Dia do Combatente, afirmou que estão a ser preparado um conjunto de novas medidas de compensação dirigidas às empresas madeirenses mais expostas ao aumento do preço dos combustíveis.

O pacote será divulgado esta tarde, que visa, segundo o governante, “evitar que o impacto nos custos das empresas se repercuta no dia a dia dos cidadãos”.

“O que nós queremos do Governo Regional é manter naturalmente as empresas abertas, manter o emprego e, sobretudo, que o impacto deste preço dos combustíveis não chegue ao cidadão, isto é, que não haja um aumento da inflação e uma perda de poder de compra das famílias”, afirmou.

As medidas vêm na sequência de um primeiro conjunto de apoios aprovados na semana passada, que contemplou os transportes coletivos terrestres de passageiros e os táxis com um apoio de 135 euros, os veículos das associações humanitárias de bombeiros e as instituições particulares de solidariedade social, receberam um apoio de 600 euros.

Desta vez, o foco alarga-se ao tecido empresarial, com particular atenção para os setores com maiores custos energéticos. “É natural que esta tarde o Governo venha a dirigir um conjunto de medidas de apoio e de compensação às empresas madeirenses que estão a ser mais afetadas, sobretudo as ligadas aos transportes, mas aquelas também que têm maiores custos com os combustíveis”, explicou.

José Manuel Rodrigues adiantou ainda que “o pacote abrangerá empresas importadoras de matérias-primas, bem como transportadoras de mercadorias e transitários, que tinham ficado de fora da resolução anterior”. Os apoios serão canalizados através do Instituto de Desenvolvimento Empresarial, sob tutela da Secretaria Regional da Economia.

Questionado sobre o valor total do pacote, o governante remeteu o anúncio para depois da aprovação formal, garantindo apenas que “vai ser um valor considerável”. Sobre a possibilidade de um orçamento retificativo, admitiu que a volatilidade da situação não permite excluir esse cenário. “As circunstâncias são tão voláteis que não posso garantir que, até ao final do ano, não tenha que haver um orçamento retificativo”, concluiu.

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