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CDU afirma que Governo Regional realizou “obras de Santa Engrácia no nó rodoviário de Santo António”

Data de publicação
09 Abril 2026
12:00

A CDU esteve hoje na freguesia de Santo António para assinalar, de forma simbólica, e bem reveladora, mais uma promessa por cumprir do Governo Regional, a reformulação do nó rodoviário de Santo António.

No local onde tantas vezes foram feitas promessas, a CDU colocou uma “primeira pedra muito especial, um cubo de gelo. Uma escolha que não foi ao acaso. Tal como esta obra, também as promessas do Governo Regional parecem ter um destino comum, derretem rapidamente, sobretudo depois de passarem os períodos eleitorais”.

Durante a iniciativa, o dirigente da CDU, Ricardo Lume, sublinhou que “esta foi a forma encontrada para assinalar o vazio de uma promessa tantas vezes anunciada e nunca concretizada. A primeira pedra é de gelo porque as promessas do Governo derretem à mesma velocidade”.

“Recorde-se que, a 1 de março de 2025, Miguel Albuquerque apresentou, neste mesmo local, o projeto de reformulação do Nó de Santo António, integrado na Via Rápida (VR1), garantindo que a obra estava lançada, com um orçamento de 8,7 milhões de euros e um prazo de execução de 24 meses”.

“Mas este não foi caso único. O arranque da obra já havia sido anunciado em 2023, voltou a ser prometido em 2024 e, mais uma vez, reapareceu em 2025,sempre com direito a mapas, engenheiros e encenações cuidadosamente montadas para dar credibilidade ao que nunca passou do papel”.

“A realidade é simples e teimosa, passados mais de 13 meses desde o último anúncio e mais de três anos desde a apresentação do projeto, a obra continua por fazer. Nem máquinas, nem obras, nem sinais de avanço, apenas promessas recicladas”.

Para a CDU, “este é mais um exemplo acabado das chamadas obras de Santa Engrácia do Governo Regional: projetos que aparecem em vésperas de eleições e desaparecem logo de seguida, como gelo ao sol”.

Ricardo Lume denunciou ainda que “o Governo Regional PSD/CDS demonstra uma enorme fertilidade para prometer e uma impressionante incapacidade para cumprir. Para Miguel Albuquerque, governar parece resumir-se a anunciar, criar ilusões e alimentar falsas expectativas com o objetivo de enganar a população”.

A CDU reafirma que “continuará a denunciar estas situações, sublinhando que a Região não pode continuar refém de uma governação assente na propaganda, no adiamento e na falta de concretização”.

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