Gonçalo Maia Camelo, deputado da IL, descreveu o diploma sobre a recuperação do tempo de serviço docente como “mais um episódio de uma longa novela”, recordando reuniões com sindicatos e “promessas não cumpridas”.
Segundo o liberal, embora o diploma corrija “algumas injustiças”, chega “tardiamente” e deixa pendentes “questões como as ultrapassagens”. O deputado criticou ainda a complexidade jurídica da carreira docente, afirmando que os professores têm sido vítimas de “trabalhos legislativos mal feitos” e que este não será o último capítulo dessa “novela”.
Os diplomas que regem a carreira docente são criticados por si, porque o “enquadramento jurídico é um emaranhado. Os professores têm sido vítimas destas trapalhadas legislativas e a capacidade de legislar com pés e cabeça”, reforçou.
O debate na Assembleia Legislativa decorre sobre a proposta que altera o Decreto Legislativo Regional n.º 23/2018/M, aprovado em Conselho de Governo em 26 de fevereiro de 2026.