“Mesmo com chuva, a luta continua. Queremos negociação, imposição, não!”, estas as palavras de ordem que se ouve em frente à Águas e Resíduos da Madeira,, naquele que é o segundo dia de greve dos trabalhadores que são abrangidos pelo Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Atividades do Ambiente do Sul e das Regiões Autónomas.
Depois de uma greve na última sexta-feira, em que os trabalhadores foram para a porta da Quinta Vigia, hoje, debaixo de chuva, estão concentrados na rua dos Ferreiros. E continuam a pedir um aumento de 170 euros e não de 60 “como quer a ARM”.
Dario Ferreira, dirigente do sindicato, refere que não há qualquer evolução nas negociações mas os trabalhadores também não vão ceder. Vão reunir plenários e poderá haver nova greve.