O ADN Madeira subscreve as declarações do presidente nacional do partido, Bruno Fialho, considerando que "as subidas das taxas de juro são criminosas e consequência de uma política monetária ilusionista a favor dos interesses dos EUA e de uma agenda globalista, deita ao abrigo de um suposto combate à inflação".
Neste sentido, a candidatura às Eleições Regionais apoia a proposta apontada pelo líder nacional, reforçando que "o Governo Regional devia defender em todas as instâncias nacionais e europeias que a União Europeia devia negociar com a OPEP para que a venda do ‘ouro negro’ não fosse realizada apenas em dólares, mas também em euros".
"Esta medida iria contrariar a subida do dólar em relação ao euro e as consequências negativas para a inflação, que se reflete no preço dos bens e serviços essenciais, nomeadamente no valor que pagamos pela energia", justificam.
Assim sendo, o ADN "denuncia que o objetivo final das subidas das taxas de juro é, sem sombra para dúvidas, colocar toda a população mundial, principalmente a classe média, dependente do Estado e a receber um rendimento ‘mínimo de sobrevivência’ desde que cumprindo, todas as ‘regras’ que forem sendo estabelecidas e que serão as contrapartidas desta concessão de pensão universal".
"Na Madeira a subida de juros sente-se mais do que no continente", sublinha o partido, o que a seu ver "vem demonstrar que estamos no início do fim da propriedade privada tal como a conhecíamos, porque, sem possibilidades de pagar as prestações dos créditos à habitação, que ficam cada vez mais caras, não restará outra alternativa, a uma esmagadora maioria de portugueses, senão entregar as casas à Banca, como já aconteceu no passado e em grande escala".
"O ADN Madeira não esquece foi o executivo de António Costa que redirecionou para a banca o equivalente a 10% no nosso PIB quando a banca precisou e agora, quando são os portugueses a precisar de ajuda, nada é feito, talvez porque, infelizmente, passou a ser normal ver governantes a passar da política para a banca ou para empresas privadas que têm grandes interesses na banca", acrescenta a candidatura.
Tendo em conta "a inflação em que vivemos", o partido reforça, ainda, que "nada é feito para contrariar essa situação".
Em suma, o ADN considera que "esta posição do BCE e da UE tem o único propósito de nada termos e sermos felizes...desde que muito obedientes, principalmente a classe média que é sempre aquela que tem alguma força para poder contrariar os Donos Disto Tudo", rematam.