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Venezuela recebeu meio milhão de doses de vacina chinesa

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Data de publicação
02 Março 2021
8:28

A Venezuela já recebeu meio milhão de doses de vacinas da farmacêutica estatal chinesa Sinopharm contra a covid-19, horas depois de o Governo venezuelano ter aprovado o seu uso no país, anunciou o Presidente Nicolás Maduro.

"Com grande alegria, informo que, neste momento, estão a chegar à Venezuela 500.000 doses de vacinas contra a covid-19, provenientes da República Popular da China. Uma maravilhosa notícia que nos enche de esperança. Brevemente iniciaremos a vacinação maciça do nosso povo", escreveu Maduro na rede social Twitter.

Na mensagem, o Presidente divulgou igualmente a foto de um avião da transportadora aérea estatal venezuelana Conviasa.

Maduro agradeceu ainda, "em nome do povo da Venezuela", ao Presidente chinês, Xi Jinping, "pelo seu inabalável espírito de cooperação e solidariedade".

"A vacina chinesa reforçará o processo de imunização que iniciámos no país", sublinhou.

Horas antes, o Governo de Maduro tinha anunciado a autorização do uso da vacina da Sinopharm no país, a segunda aprovada pelas autoridades venezuelanas, que em fevereiro iniciaram a imunização de deputados, militares e profissionais do setor da saúde.

A Venezuela mantém uma ponte aérea com a China desde o início da pandemia, através da qual já recebeu medicamentos e material para lutar contra a crise sanitária.

O país recebeu em 13 de fevereiro as primeiras 100 mil doses da vacina russa Sputnik-V, que, segundo o Presidente Nicolás Maduro, foram destinadas à população mais vulnerável, para reduzir a transmissão local do novo coronavírus.

Segundo a imprensa local, a vacinação começou cinco dias depois e os idosos foram excluídos.

Em 17 de fevereiro, Nicolás Maduro anunciou que previa iniciar a imunização geral da população a partir de abril, com vacinas da Rússia, China, Cuba e da plataforma Covax da Organização Mundial da Saúde (OMS).

A Academia Nacional de Medicina (ANM) da Venezuela indicou que o país necessita de 30 milhões de vacinas para imunizar 15 milhões de pessoas, 3,5 milhões de maneira prioritária.

Lusa

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