“Há quatro anos a Europa voltou a acordar com o som da guerra”, começou por referir Carlos Fernandes, PSD, referindo-se “à violação da soberania de um Estado” e ao início da guerra Rússia - Ucrânia.
O Grupo Parlamentar do PSD na Assembleia Legislativa apresentou um voto de solidariedade para com o povo ucraniano, assinalando os quatro anos desde o início da invasão militar da Ucrânia pela Federação Russa, a 24 de fevereiro de 2022.
No documento entregue à presidente da Assembleia Legislativa, os social-democratas sublinham que a invasão constituiu uma violação do direito internacional, da Carta das Nações Unidas e dos princípios fundamentais da soberania dos Estados.
O texto destaca a resistência do povo ucraniano ao longo destes quatro anos, descrevendo-a como um “extraordinário testemunho de coragem cívica, coesão nacional e determinação histórica”. Segundo o grupo parlamentar, a defesa da independência e da integridade territorial da Ucrânia representa não apenas uma causa nacional legítima, mas também uma afirmação universal dos princípios da liberdade, da autodeterminação e do respeito pelo direito internacional.
O PSD/Madeira considera que a invasão russa “não pode ser relativizada nem normalizada”, apontando que o conflito já provocou milhares de vítimas, destruição de infraestruturas civis e milhões de deslocados e refugiados.
“A resistência do povo ucraniano continua de pé”, afirmou Carlos Fernandes.