Na sua intervenção na cerimónia protocolar dos 112 anos do município da Ribeira Brava, o presidente da autarquia, Jorge Santos, explanou a obra já feita, mas ressalvou que “seis meses depois do início deste mandato, temos a consciência de que há ainda muito para fazer, mas temos também a convicção que estamos no caminho certo”.
Jorge Santos relevou que a Ribeira Brava “tem potencial, tem riqueza natural, tem cultura, tem autenticidade”, mas, acima de tudo, acentuou, “tem pessoas, gente trabalhadora, resiliente e com uma enorme capacidade de superação”.
O autarca vincou a ação política do executivo que lidera assente “em três pilares”, nomeadamente “coesão social, qualidade de vida e desenvolvimento sustentável”.
Jorge Santos valorizou o orçamento de 18 milhões de euros para o ano em curso, exaltando que “temos obra no terreno, projetos a avançar, e temos novas intervenções prestes a arrancar em todas as freguesias, representando um investimento global na ordem dos cinco milhões de euros”, pormenorizando cada uma delas.
”Não é a casa que faz o dono, mas o dono que faz a casa”, disse diretamente a Miguel Albuquerque, como sendo “uma frase gravada no portão de entrada”. Como sublinhou, “somos todos nós que fazemos esta casa”, agradecendo ao presidente do Governo Regional “pelo apoio a investimentos importantes no nosso concelho”. Deu vários exemplos dessa realidade, garantindo total confiança e esperança nessa ação governativa a partir da Quinta Vigia.
A terminar, Jorge Santos partilhou o palco com Ricardo Nascimento, oferecendo-lhe a Medalha do Município, pelos 12 anos de serviço, do seu antecessor na liderança da autarquia.