A JSD/Madeira, reunida em São Vicente, exigiu soluções para a mobilidade aérea e declarou que quer ser parte integrante da renovação do partido.
Reunida em Conselho Regional, a Juventude Social Democrata defendeu que a Região deve ser implacável no que concerne à defesa do direito à mobilidade dos madeirenses e porto-santenses.
Segundo presidente da estrutura, Bruno Melim, citado num comunicado qualquer alteração abrupta às normas que vigoraram até 2025 “poderá significar um acréscimo de despesa aos estudantes deslocados e às suas famílias, algo que naturalmente repudiamos”.
No encontro foi “reconhecida a aposta que a JSD/M tem vindo a cumprir no que toca à formação política dos seus quadros - sendo disso exemplo disso a reintrodução do formato temático dos Conselhos Regionais e as diversas sessões já realizadas no âmbito da Academia Política da JSD/Madeira - assim como foi reiterada a necessidade desta estrutura consolidar a sua presença dentro do Partido e ser parte integrante da renovação de quadros que se avizinha”.
“Julgamos que o Partido deve olhar para os jovens valores da JSD/Madeira como uma garantia de futuro, mas sobretudo de presente e, nesse sentido, os 65 delegados da JSD/Madeira ao XX Congresso Regional do PSD/Madeira, votados e aprovados neste Conselho Regional, são o garante dessa renovação, tratando-se de quadros preparados e com transversalidade nas suas áreas profissionais que podem, inquestionavelmente, acrescentar valor ao PSD/Madeira e à ação política e governativa da Região”, fundamenta Bruno Melim.
Relativamente ao XX Congresso Regional do PSD/Madeira, os jovens aprovaram “as quatro áreas basilares que constarão da moção setorial a apresentar, entendidas como estratégicas e impreteríveis para os desafios da juventude no horizonte de 2030: Habitação, Rendimentos, Saúde Mental e Educação”.
“Neste Conselho, reafirmamos, mais uma vez, o nosso compromisso com a juventude madeirense, acompanhando com entusiasmo a intenção do Partido em fazer de todo o aparelho social-democrata na Região uma estrutura mais dinâmica, próxima e proativa”, rematou Bruno Melim.