A 8.ª edição do RHI – Revolution Hope Imagination decorrerá entre 4 e 12 de maio, em 12 cidades do País, uma das quais o Funchal.
Organizada pelo Arte Institute, a iniciativa, que conta com uma programação multidisciplinar que cruza arte, cultura, turismo e negócios, apostando na internacionalização de artistas portugueses, foi criada para funcionar como uma plataforma de circulação de artistas e ideias, reunindo criadores, programadores internacionais e agentes culturais, promovendo novas colaborações entre criação artística, economia e turismo, segundo um comunicado divulgado pela organização.
Ao longo de nove dias, o RHI passará por Braga, Cascais, Évora, Faro, Funchal, Leiria, Lisboa, Loulé, Nazaré, Torres Novas, Torres Vedras e Vidigueira, com atividades gratuitas nas áreas do cinema, música, artes visuais, literatura, performance, teatro, dança, ciência, educação e cidadania.
Segundo a diretora do Arte Institute, Ana Ventura Miranda, citada num comunicado, o projeto tem contribuído para “dar a conhecer o novo talento português em todo o País e abrir-lhe portas para espetáculos internacionais”, destacando casos de artistas que, após participação no RHI, foram convidados a atuar em cidades como Nova Iorque, Rio de Janeiro, São Paulo, Cairo e em países como Cabo Verde ou São Tomé e Príncipe.
A edição deste ano arranca em Lisboa, a 4 de maio e tem atividades em várias cidades. O Funchal acolhe o concerto de MandoIsland no Teatro Municipal Baltazar Dias, a 8 de maio, e recebe também, no dia 12, o espetáculo ‘Prazer em conhecer, Baltazar’, da Casa Invisível.
Fundado em Nova Iorque há 15 anos, o Arte Institute é uma organização independente e sem fins lucrativos que já apoiou mais de 1.500 artistas e desenvolveu projetos em 37 países e mais de 120 cidades, com o objetivo de divulgar a cultura portuguesa e lusófona a nível internacional.