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Melania Trump critica comediante Jimmy Kimmel após tiroteio em jantar de gala

Data de publicação
27 Abril 2026
18:46

A primeira-dama dos Estados Unidos criticou hoje o apresentador de televisão e comediante Jimmy Kimmel, acusando este crítico frequente do Presidente norte-americano de propagar uma “retórica de ódio e violência”, na sequência de um monólogo transmitido na sexta-feira.

A mensagem de Melania Trump na rede social X surge dois dias depois de um homem armado ter invadido o edifício onde decorria o jantar anual dos correspondentes na Casa Branca, no qual estava presente o Presidente norte-americano, Donald Trump, a própria primeira-dama, as principais figuras da administração, vários membros dos dois partidos (republicanos e democratas) e a imprensa.

O homem que tentou invadir a gala no Washington Hilton no sábado à noite (madrugada de domingo em Lisboa) foi derrubado pelas autoridades e teria como objetivo atingir altas figuras da administração Trump, incluindo o próprio chefe de Estado, segundo o procurador-geral interino, Todd Blanche.

No dia anterior aos acontecimentos, durante o monólogo inicial do seu programa na estação ABC, Jimmy Kimmel fez uma piada sobre o jantar dos correspondentes da Casa Branca.

O apresentador tinha, nomeadamente, declarado que a primeira-dama tinha “a aura de uma potencial viúva”.

As declarações foram condenadas pelos republicanos, nomeadamente por James Blair, alto responsável da Casa Branca, que acusou os comentários de terem como objetivo “legitimar a violência política”.”

“Jimmy Kimmel não deveria estar no ar”, acrescentou na rede social X.

“Esse monólogo sobre a minha família não é humor”, adiantou ainda Melania Trump.

“Pessoas como Kimmel não deveriam ter a oportunidade de entrar nas nossas casas todas as noites para espalhar ódio”, acrescentou a primeira-dama, exortando a ABC a tomar medidas contra o apresentador.

Não é a primeira vez que o apresentador é alvo de críticas por parte da administração Trump.

Grande estrela dos programas noturnos, os famosos “late night shows”, Jimmy Kimmel provocou a ira da direita norte-americana em setembro passado, que o acusou de explorar politicamente o assassinato do influenciador pró-Trump Charlie Kirk.

Propriedade da Disney, a ABC suspendeu então o apresentador.

No entanto, face às críticas e às acusações de censura, a emissora trouxe de volta o apresentador uma semana após a sua demissão.

Tratou-se da primeira vez que Donald Trump participou no jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca, evento que ignorou durante o seu primeiro mandato (2017-2021) e no ano passado, após o seu regresso ao poder.

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