A secretária regional da Saúde e Proteção Civil defendeu hoje, no fórum ‘Gerir Riscos Ambientais para criar resiliência e sustentabilidade no futuro, que o “maior desafio” que se coloca à proteção civl regional é ser “irrepreensível a prevenir”.
“Gerir riscos ambientais não é apenas investir em viaturas, materiais e equipamentos de última geração. É, acima de tudo, gestão estratégica. É o planeamento de emergência que estamos a atualizar rigorosamente, garantindo uma plena articulação da resposta pré-hospitalar e hospitalar para que, em caso de catástrofe, que ninguém quer que aconteça, o sistema não colapse, mas sim se adapte e responda com eficácia”, disse Micaela Freitas.
Para a governante, a eficácia da resposta regional depende da força da rede. “Falamos de uma articulação estreita entre o Serviço Regional de Proteção Civil, os Agentes de Proteção Civil e as entidades de apoio social e local. E é com esta união de esforços que garantimos que o socorro chega onde é preciso, no tempo em que é preciso”, referiu.