“Este governo chegou ao fim da linha”, sentenciou Miguel Castro, referenciando que aquilo que mudou nos últimos tempos é que nesta altura existe para além de um presidente indiciado, também meio governo nas mesmas condições.
O líder do Chega acrescentou ainda o facto de se mudarem de lugar aqueles que são impedido pelas instâncias judiciais, numa intervenção em que a palavra ‘corrupção’ terá sido a mais utilizada por Miguel Castro.
Depois, apontou erros que no seu entender perduram no tempo, em matéria de saúde, habitação, mobilidades, entre outros. E falou ainda em “incapacidade deste governo em resolver problemas junto de Lisboa”. “A Madeira não merece ser governada assim”, disse.
Em causa está o debate sobe a moção de censura apresentada pelo Chega, com pré-anuncio de aprovação, à conta do partido propoente, mas também PS, JPP, IL e PAN. Juntos, valem 26 votos, mais dois que o mínimo para que a proposta seja aprovada, tornando inglória a votação de PSD e CDS, que se ficam pelos 21 votos.
A se confirmar, será um dia histórico para a Região Autónoma da Madeira, sendo esta a primeira vez que um governo é derrubado, no caso o XV.