Considerando que o Orçamento da Região com origem na receita fiscal, nas transferências do Estado e nos apoios da União Europeia, “é suficiente para garantir muitas das propostas do CDS-PP já anunciadas”, o partido alerta, em comunicado que há outras ideias que precisam de ter mais financiamento.
Assim sendo, o partido liderado por José Manuel Rodrigues propõe a redução da máquina governamental, da estrutura da administração pública, com redução de institutos públicos, a extinção de organismos que só trazem despesa e a venda de património das sociedades de desenvolvimento e de empresas públicas “que constituem um sorvedouro de dinheiros dos contribuintes”
“Com essa poupança será possível reduzir impostos, recuperar o poder de compra da classe média e ter outras prioridades, investindo naquilo que é realmente urgente, como a habitação, a saúde e os apoios aos mais jovens e aos mais idosos”, considera.
O CDS defende, também, que qualquer obra ou investimento público “terá uma avaliação custo/benefício para que não se continuem a gerar elefantes brancos que não servem para nada, a não ser para dar despesa ao Orçamento regional”.
“Governar é fazer escolhas. É saber distinguir o essencial do acessório, é ter a noção do que é urgente e do que pode esperar”, alerta, vincando que O Plano de Redução da Despesa Pública do CDS “permitiria libertar verbas para prosseguir os objetivos de distribuir melhor a riqueza criada, corrigir as desigualdades sociais, fortalecer a classe média, investir num envelhecimento com mais qualidade de vida e dar oportunidades de emprego qualificado aos nossos jovens, ajudando à sua fixação na nossa terra”.