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Câmara de Santa Cruz investiu mais de dois milhões nos na Companhia de Sapadores

Data de publicação
01 Fevereiro 2026
19:06

O Município da Santa Cruz investiu, nos últimos anos, mais de dois milhões de euros nos Bombeiros Sapadores, revelou hoje a presidente da autarquia, na cerimónia comemorativa dos 94 anos da Companhia.

Segundo Élia Ascensão, entre 2023 e 2025, a média anual de investimento situou-se nos 800 mil euros anuais, tendo o ano de 2025 sido o ano de maior investimento, com quase um milhão de euros.

De acordo com um comunicado alusivo à celebração da efeméride, “no que concerne à Companhia de Bombeiros Sapadores e ao Serviço Municipal de Proteção Civil, criado em 2015, Santa Cruz vive hoje uma realidade sem paralelo na história recente do concelho”.

“Santa Cruz é exemplo de investimento sério e responsável na proteção e socorro da sua população e do seu território, e posso afirmar que somos hoje um concelho mais resiliente por uma aposta concreta na prevenção, mas também mais seguro na capacidade de intervenção da sua Companhia de Bombeiros”, sublinha a autarca.

Enquanto presidente, Élia Ascensão tem a responsabilidade direta tanto da Companhia de Bombeiros Sapadores (actualmente com 92 efetivos), como do Serviço Municipal de Proteção Civil.

A presidente lembrou, que a renovação de efetivos dos Sapadores de Santa Cruz teve início com a profissionalização do Comando, seguindo-se a aposta em novas escolas de recrutas em 2024 (24 recrutas) e 2025 (15 recrutas) e destacou que a última recruta ocorrida em Santa Cruz datava de abril de 1999, ano em que foram admitidos 11 novos bombeiros, concluindo que “há 25 anos que não era assegurado o devido reforço numa área extremamente exigente”.

“Fizemos história nestes últimos 12 anos, num percurso não isento de dificuldades, e de muitas incompreensões. Talvez aqui seja de falar no “elefante na sala”, a polémica Taxa Municipal de Proteção Civil, que mais não faz do que pedir um pequeno e irrisório contributo a todos, para um bem maior. Não tenhamos dúvidas de que, com as alterações climáticas e com a crescente pressão no território, a Proteção Civil terá de ser, cada vez mais, daquelas áreas que exigem o compromisso e a responsabilidade de todos. Sendo, por isso, necessário que se adequem os mecanismos, as fontes de financiamento e a cultura de uma responsabilidade partilhada”, salientou.

A autarca destacou alguns dos investimentos feitos, nomeadamente novos meios técnicos, dos quais se destaca uma ambulância de socorro, um veículo escada, um veículo especial de combate a incêndio, um veículo urbano de combate a incêndio, um veículo de transporte de pessoal, uma mota para equipa de reconhecimento e avaliação da situação, equipamento de resgate, diversos fardamentos e equipamento individuais, incluindo EPI de combate a incêndios florestais, EPI de combate a incêndios urbanos, a instalação de um grupo de geradores de energia de emergência, a reparação do quadro elétrico, a modernização da central de despacho e a requalificação do interior do quartel dos bombeiros.

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