Reiterando que o seu Governo cumpriu todos os seus objetivos nos últimos quatro anos e apelando a que todos votem a 24 de setembro, o Presidente do PSD/Madeira e candidato à Presidência do Governo pela coligação Somos Madeira, Miguel Albuquerque, garantiu, esta noite, durante o Comício realizado em Santana, que o investimento público é para continuar nos próximos quatro anos, em prol das populações, garantindo-se a continuidade de uma governação que "olha para toda a gente e não discrimina ninguém".
Declarações feitas numa alusão concreta ao concelho de Santana, com Miguel Albuquerque a afirmar que duas das maiores obras dos últimos anos foram realizadas neste concelho, designadamente obras fundamentais e justas como foram as ligações entre a Ribeira de São Jorge e o centro de São Jorge e entre São Jorge e o Arco de São Jorge e a garantir, publicamente, que o investimento é para continuar, precisamente ao fechar o nó entre o Arco de São Jorge e a Boaventura. Isto a par dos apoios e das respostas aos mais idosos e aos produtores agrícolas que serão para continuar e reforçar no futuro.
"Temos de manter este rumo, não é em vão que nós lutamos estes anos todos, não é por acaso que temos de continuar a construir uma sociedade moderna, livre e onde todos têm o seu lugar", disse, frisando que a responsabilidade é grande e que ninguém pode correr o risco de hipotecar o futuro nem pôr em causa as futuras gerações.
Miguel Albuquerque que, nesta oportunidade, fez questão de sublinhar que o seu Governo e toda a população soube estar à altura dos desafios que foram enfrentados durante este mandato, superando-os com sucesso e tendo hoje toda uma dinâmica económica, de criação de emprego, de confiança e de estabilidade que a coligação com o CDS soube garantir, em nome de um "acordo sagrado" que foi celebrado em prol de todos os cidadãos, que, agora, se renova para os próximos quatro anos, lembrando que, acima de tudo "estarão sempre os princípios que honramos para com a nossa população".
"Façam o favor de ir votar, o momento é muito importante. Todos temos, nas nossas mãos, a capacidade de decidir o futuro da Madeira, não há eleições ganhas nem decididas antes do voto nas urnas e é decisivo e fundamental que ninguém se abstenha para que a Madeira possa continuar a ser gerida pelas forças políticas que sempre defenderam, defendem e continuarão a defender que é aos Madeirenses, graças à Autonomia, que cabe decidir o futuro da nossa terra", rematou Albuquerque.
Uma intervenção que ficou igualmente marcada pelas críticas à oposição, designadamente ao PS/M, que acusou de desconsiderar e desrespeitar a população do Norte da Ilha e, em particular, do concelho de Santana, ao não apresentar um candidato, em lugar elegível, ao parlamento regional. "Há uns senhores que andam aí e que querem mudar a Madeira e se vocês perguntarem a eles quais são as freguesias do concelho de Santana, eles não sabem e se calhar nem nunca vieram a nenhuma delas", ironizou, reafirmando que, para o PS/M, o Norte simplesmente não existe, desapareceu.
"Aqueles que não estiveram connosco, têm de ser fortemente penalizados", afirmou Rui Barreto, apelando a uma maioria clara
Numa intervenção em que não faltaram críticas ao PS e à forma como o Governo da República se manifestou contra a Madeira, negando-lhe qualquer apoio durante a pandemia, o Líder do CSD/Madeira, Rui Barreto, foi taxativo ao afirmar que quem não esteve do lado da Madeira quando os Madeirenses mais precisaram, não merece a confiança e muito menos o voto nas próximas Eleições.
"Aqueles que não estiveram connosco, têm de ser, no próximo dia 24 de setembro, fortemente penalizados", disse, acrescentando que esses senhores "foram bons para pedir o voto, mas, quando foi para defender os interesses da Madeira, ninguém lhes ouviu a voz".
Rui Barreto que, ainda nesta tónica, voltou a pedir que a população esteja atenta aos "falsos profetas", assim como aos Partidos divisionistas, anti autonomistas e sem qualquer capacidade para governar a Região e atenda, pelo contrário, ao trabalho que foi feito, aos desafios que foram ultrapassados e aos patamares de desenvolvimento, crescimento e estabilidade social que, pese embora estas circunstâncias, a Região foi capaz de atingir nestes últimos quatro anos.
"Temos nestas eleições uma opção muito clara: precisamos de alguém que continue a fazer o trabalho bem feito, alguém experiente, corajoso, competente e felizmente disponível para fazer esse trabalho, a quem temos de dar uma maioria clara para continuarmos a governar a Madeira e o Porto Santo", concluiu.
Cláudia Perestrelo apela a que a população olhe para o que foi feito nos últimos quatro anos
"Estamos aqui a celebrar quatro anos de muito trabalho e responsabilidade e a renovar um compromisso convosco, o compromisso de continuarmos a trabalhar, a falar a verdade e a defender os interesses de Santana e da Madeira, todos os dias, de forma justa e verdadeira", afirmou, esta noite, a Presidente da Concelhia do PSD/Santana e candidata a mais um mandato, Cláudia Perestrelo, numa oportunidade em que fez questão de apelar a que a população olhe para o que se fez nos últimos quatro anos e para toda a superação que foi conseguida graças à liderança de Miguel Albuquerque.
Cláudia Perestrelo que afirmou, taxativamente, não ser hora "de brincar aos Partidos", sublinhando que nas próximas eleições do dia 24 de setembro está em causa "o futuro da Região, das novas gerações e dos nossos filhos e netos" e garantindo que não é através do socialismo que esse futuro se garante.
"Não aceitamos mentiras e aldrabices, assim como não aceitamos que queiram condenar a Madeira a uma realidade como aquela que se vê no continente, onde há todos os dias desgraças na saúde, onde há um caos na educação e onde as pessoas infelizmente deixaram de acreditar na justiça", frisou, a este propósito, deixando claro que "isto não pode acontecer na Madeira" e apelando a que todos, em consciência, olhem para o trabalho e para as provas dadas pela coligação constituída em 2019 "por um bem maior", que precisa, agora, de manter-se ativa e a governar para os Madeirenses nos próximos quatro anos.
"A 24 de setembro, todos temos uma decisão a tomar e a decisão é votar em Miguel Albuquerque", rematou.