O partido ADN informou, em comunicado, que pretende que a Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira legisle no sentido de proteger os consumidores que, "sem se aperceberem dessa situação, adquirem produtos alimentares que contêm insectos", denunciando que estes "estão a ser introduzidos na alimentação como sendo uma suposta fonte alternativa de proteína".
A este respeito, Miguel Pita dá conta que em Portugal é permitido, desde 2021, comercializar alimentos para consumo humano que utilizem como matéria-prima insectos, farinha de insectos ou outros produtos à base de insectos, que tem como objectivo a normalização de uma dieta alimentar feita à base de insectos, a reboque da defesa do mito das Alterações Climáticas.
"Como temos vindo a denunciar, a ONU é uma das entidades globalistas defensoras desta dieta à base de insectos e quer introduzir este tipo de alimentação a nível mundial, porque diz que ajuda a mitigar as "alterações climáticas" e promove a segurança alimentar de um planeta com 8 bilhões de pessoas que, na opinião desta organização, está sobrepovoado", disse, acrescentando que essa "e outras entidades globalistas ou supranacionais tudo têm feito para incentivar a produção de insectos como comida para seres humanos e rebanhos de animais, alegando que são uma fonte de proteína e micronutrientes e não geram grandes quantidades de gases prejudiciais ao clima, ao contrário dos bovinos e outros animais que são inimigos da agenda climática".
"Quem deseja introduzir insectos na sua alimentação deve poder continuar a fazê-lo, mas o que não aceitamos é que nos obriguem a aderir a algo que julgamos ser insano e que é apoiado por uma histeria climática, com o objectivo final de obter controlo social por parte de todos os Governos mundiais", frisou o candidato.
Deste modo, o partido pretende legislar sobre este tema para que os estabelecimentos comerciais na Região Autónoma da Madeira sejam obrigados a separar todos os produtos alimentares que utilizem como matéria-prima insectos, farinha de insectos ou outros produtos à base de insectos e que os coloquem em local diferenciado, como usualmente já fazem com os produtos sem glúten, e os rotulem de forma bem visível e perceptível com essa informação ao consumidor.
Mais informa que esta medida, agora proposta pelo ADN, já é praticada em países como a Itália, a Hungria e a Polónia, onde é colocado um rótulo neste tipo de produtos informando: 'Atenção, este produto alimentar contém proteína de insecto'.
"O partido ADN continuará a informar a população sobre um novo mundo que entidades supranacionais e globalistas querem impor, com a justificação de que estão a melhorar a nossa vida e que devemos abandonar o consumo de carne para passarmos a comer insectos, carne falsa criada em laboratório ou comida artificial. Com o ADN podem ter certeza de que isso nunca irá acontecer", remata.