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Ucrânia: SEF suspende colaboração com associação de Setúbal

JM-Madeira

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Data de publicação
30 Abril 2022
21:19

Pelo menos 2.448 ucranianos saíram de Portugal e regressaram à Ucrânia nos últimos dois meses, segundo dados enviados à Lusa pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF).

Desde que começou a guerra na Ucrânia, a 24 de fevereiro, mais de 33 mil ucranianos ou estrangeiros residentes naquele país pediram proteção temporária a Portugal.

Dados enviados à Lusa pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras indicam que 160 cidadãos ucranianos pediram o cancelamento dos pedidos de proteção temporária que formalizaram junto do SEF.

Este serviço de segurança avança ainda que, no que diz respeito ao controlo da fronteira aérea, 793 cidadãos ucranianos saíram de Portugal em março e 1.495 durante o mês de abril.

Esta semana, o SEF deu conta que atribuiu, desde o início do conflito na Ucrânia, 33.106 pedidos de proteção temporária a ucranianos e cidadãos estrangeiros que residiam naquele país, 22.208 dos quais a mulheres e 10.898 a homens. Segundo o SEF, os municípios que registam mais pedidos de proteção temporária continuam a ser Lisboa, Cascais, Sintra, distrito de Lisboa, Porto e Albufeira, distrito de Faro.

Dos 33.106 pedidos, o SEF emitiu 24.410 certificados de autorização de residência ao abrigo dedo regime proteção temporária.

Este certificado, emitido após o SNS, Segurança Social e Autoridade Tributária terem atribuído os respetivos números, é necessário para os refugiados começarem a trabalhar e acederem a apoios.

Os menores representam 11.410 do total de 33.106 proteções temporárias concedidas, dividindo-se entre acompanhados e não acompanhados.

O SEF já comunicou ao Ministério Público a situação de 526 menores ucranianos que chegaram a Portugal sem os pais ou representantes legais, casos em que se considera não haver "perigo atual ou iminente".

O SEF comunicou também à Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) a situação de 15 menores que chegaram a Portugal não acompanhadas, mas com outra pessoa que não os pais ou representante legal comprovado, representando estes casos "perigo atual ou iminente".

Lusa

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