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Páscoa mostra que o nosso destino não é a morte, mas a preparação para o viver definitivo com Jesus

Paula Abreu

Jornalista

Data de publicação
05 Abril 2026
11:07

Antes das cerimónias na Sé do Funchal, que marcam este domingo de Páscoa, o bispo da Diocese considerou que este é o momento mais importante para o mundo, não só para a Igreja Católica, com a ressurreição de Jesus. “A Páscoa é o momento mais importante para o mundo. O resto é conversa”, vincou.

Isso porque, antes da Páscoa, “olhávamos para nós e pensávamos que o nosso destino era uma morte acabava num buraco, que tudo acabava ali. Não, ali também começa”, sublinhou, acrescentando que “a nossa vida é um constante preparar com este encontro final e definitivo com Jesus Cristo”.

D. Nuno Brás entende que este momento simboliza que “a morte não teve a última palavra em Jesus nem tem em nós”.

O prelado considera que a mensagem que o domingo de Páscoa transmite é que a vida não termina na morte.”

Se eu quero apanhar um autocarro para Machico, não compro um bilhete para a Calheta. Se eu quero ir para o céu, se quero estar junto de Deus, eu tenho de fazer com que a minha vida vá para o sítio justo e certo, vivendo com Deus”, afirmou, recordando as palavras do Santo Padre, de que há muitas palavras do sepulcro que é preciso afastar. “São pedras como egoismo, a guerra, o ódio, a desavença...”

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