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Cotrim Figueiredo diz que IL precisa de "uma postura distinta" para continuar a crescer

JM-Madeira

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Data de publicação
23 Outubro 2022
17:58

Cotrim Figueiredo explicou hoje que não se vai recandidatar à liderança da Iniciativa Liberal nas eleições antecipadas por entender não ser a pessoa ideal para presidir ao partido que agora precisa "de uma postura distinta" para continuar a crescer.

As eleições para a Comissão Executiva da Iniciativa Liberal (IL) vão ser antecipadas em cerca de um ano e o presidente João Cotrim Figueiredo anunciou que não será novamente candidato ao cargo.

"Esta decisão, pessoal e politicamente difícil, deve-se ao facto de entender que a estratégia para que o partido continue a crescer deve ser diferente daquela que o fez crescer de forma significativa até agora", explicou, numa publicação na rede social Twitter, João Cotrim Figueiredo.

Na análise do liberal, "o trabalho de oposição a uma maioria absoluta e o posicionamento dos diversos agentes político-partidários implicam uma postura distinta por parte da Iniciativa Liberal".

"O Partido precisa de uma tónica mais combativa, mais popular e mais abrangente a nível nacional e considero não ser eu a pessoa ideal para a corporizar", sustentou.

Para Cotrim Figueiredo, "uma nova liderança trará uma renovada energia e um redobrado sentimento de esperança à Iniciativa Liberal e aos portugueses", devendo por isso "estar em plenitude de funções com a antecedência suficiente face às batalhas eleitorais que ocorrerão a partir do segundo semestre de 2023".

Lembrando que com a antecipação das eleições o partido poderá "sincronizar os mandatos de todos os órgãos consagrados nos seus estatutos, o que contribuirá decisivamente para a eficácia da sua ação política", refere que a decisão "de natureza estritamente individual" de não se recandidatar ao cargo de presidente da Comissão Executiva é feita "três anos à frente de uma equipa que difundiu as ideias liberais, que fez crescer a Iniciativa Liberal e que a tornou incontornável na cena política nacional".

"Esta decisão baseia-se numa análise política objectiva, tanto do contexto interno como externo, e demonstra a minha convicção de que as ideias liberais falam sempre mais alto do que qualquer protagonista que, num dado momento, possa ser chamado a dar-lhes voz", enfatizou.

Lusa

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