Um primeiro-ministro para Portugal e para a Madeira

Portugal só possui uma solução e Governo neste momento de crise para o País lançada pela esquerda que é no PPD/PSD. PPD/PSD, de acordo com os dados é só o partido com mais militantes em Portugal quase 100 mil militantes, esta é a demonstração que o PPD/PSD não é um partido de elites, não é um partido da nobreza, nem da burguesia, é um partido feito pelo Povo e para o Povo. Sempre que o PPD/PSD se distancia deste não ganha eleições.

Sempre que há eleições internas aparecem os ditos “barões” do PPD/PSD a querer interferir no voto desta base de apoio do PPD/PSD.

Independentemente do voto e da vitória de qualquer candidato, neste momento, em virtude da proximidade das legislativas, temos que nos debruçar sobre o futuro do nosso país e isso não é mais do que as nossas vidas.

A vitória do PPD/PSD só acontecerá se existir uma clara união do partido. Temos que ter uma base alargada de apoios dos próprios militantes. Os militantes de todas as listas deverão apoiar, de forma convicta, aquele militante que vencer as internas.

Nas eleições, em especial em internas, o papel do derrotado é mais fácil, é afastar-se e ficar em silêncio, mantendo o espírito de colaboração, usando a palavra apenas se for para defender o interesse do Partido, na velha máxima de Sá Carneiro de que acima da circunstância pessoal está o Partido e acima deste está o País. No entanto, cabe ao vencedor ter a coragem de ir buscá-lo e trazer para as primeiras fileiras, não o deixar ser esquecido. Ele será um elemento, não só pela sua base de apoio de militantes, mas também de demonstração de concertação do próprio partido. Alguém que não é capaz de diálogo dentro da sua própria família, nunca será capaz de um diálogo com o eleitorado, nem com os restantes partidos com quem necessitará de entendimento para as grandes causas nacionais.

Logo, abraçar quem perde é um ato de vitória.

Como é óbvio, posteriormente segue-se a elaboração de listas para deputados que deverá olhar para todos os derrotados e saber que em todos os lados estão militantes validos, mas também olhar para a sociedade e lá estão pessoas que podem ser representantes do Povo e esses deverão ser os mais capazes para representar os portugueses, não se pode continuar na lógica do caciquismo inútil e prejudicial ao interesse da cidadania.

Muitas vezes, vemos que, quando o PPD/PSD atinge o poder, o poder cega-se em vinganças pessoais mais para aqueles que contribuíram para um PPD/PSD mais democrático apoiando ativamente um dos candidatos e mostrando a vivacidade do PPD/PSD. Às vezes basta colocar uns determinados inúteis a mandar e a contaminar todos para que aconteça uma inesperada derrota. Quando a vitória só é possível com todos e para todos. O PPD/PSD, sendo um partido que vai do centro-direita até a fronteira do centro-esquerda tem de aumentar a sua base eleitoral, ainda mais quando chega ao poder, conseguindo trazer até si o eleitorado flutuante, que tanto vota no PS como no PPD/PSD.

Há que fazer uma reconciliação com o passado, não de forma atabalhoada e de simples angariação de votos ou aproveitamento político, com um desdém por trás, mas sim de forma sincera e honesta. Como é óbvio, todos cometemos erros, mas só com o PPD/PSD, de forma resiliente, Portugal conseguiu virar a página a capítulos negros da nossa história.

Alguém acha que quando alguém vê o que o poder vigente num partido, seja no PPD/PSD ou noutra força política, faz aos seus próprios, acredita que aos outros não fará o mesmo?!

Estas internas do PPD/PSD são as primárias para sabermos quem será o candidato a Primeiro-Ministro do único partido que poderá ser alternativa ao Partido Socialista. E a vitória dependerá unicamente do que os militantes quiserem para o PPD/PSD!

Não se pode aceitar alguém que asfixie a Madeira, novamente, com PAEFs, que nos faça distinção e nos trate como portugueses de segunda, que nos volte a discriminar negativamente, mas que cumpra com a Madeira.

Mais do que um líder, os militantes do PPD/PSD vão escolher um Primeiro-Ministro para Portugal. Um Primeiro-Ministro que respeita a coesão nacional e regional e, portanto, respeite e defenda os interesses da Madeira.