Saúde paga 15,1 milhões em horas extraordinárias

Redação

A manchete da edição de hoje do JM dá conta de que, este ano, até final do mês de agosto, os profissionais do SESARAM já tinham realizado mais horas extraordinárias do que em todo o ano passado. No total, foram contabilizadas 616.847 horas de trabalho suplementar, que correspondem ao pagamento de 15,1 milhões de euros.

Destaque nesta edição também para o período de adaptação que devolveu a normalidade. Nem certificados, nem testes. Nada foi exigido, ontem, a quem acedeu a centros comerciais, restaurantes, supermercados ou outros espaços de serviços e similares. O período de transição para a implementação das novas medidas devolveu a normalidade, mas acelerou a procura pelos centros de vacinação.

Herberto Jesus diz que o principal objetivo das medidas é testar mais e identificar cadeias de transmissão. O diretor regional de Saúde revela ao JM que quem receber a primeira dose da vacina fica logo habilitado a entrar em todos os espaços comerciais.

Noutros assuntos que pode ler, Emanuel Câmara critica o impasse que “condiciona” todo o partido. Na antecâmara da Comissão Regional socialista, marcada para amanhã, o antecessor de Paulo Cafôfo entende que o PS-M sai prejudicado pela morosa substituição do líder demissionário e pede uma “reorganização rápida”.

Saiba também que o IDR tem 7,7 milhões de euros para apoiar desempregados de longa duração.

E, em entrevista ao JM, Luís Represas revela fontes de inspiração e critica o setor cultural nacional.

Leia mais sobre estes e outros assuntos, na edição deste domingo do seu JM.