A campanha “Seguimos juntas/as pela igualdade” e outras iniciativas relacionadas com as comemorações do Dia Internacional das Mulheres visam celebrar e refletir sobre as lutas históricas das mulheres por direitos fundamentais, como o voto, igualdade salarial, representação em cargos de liderança e proteção contra violência de género. Embora muitos direitos tenham sido conquistados, ainda existem desafios a serem enfrentados, conforme constata a UMAR.
Assim, a UMAR, ao celebrar o 8 de março, visa homenagear a luta pela igualdade e justiça social, destacando a importância de envolver a sociedade no debate. A campanha inclui a criação de pulseiras com mensagens de igualdade, que serão vendidas na Feira do Livro.
“A UMAR Madeira também participou e irá participar em iniciativas alusivas ao Dia Internacional das Mulheres, incluindo debates e palestras. De todas salientamos a que ocorreu ontem, 6 de março, na qual apresentámos um livro com 12 histórias de vida de mulheres residentes em Santa Cruz, numa iniciativa no Salão Nobre da Câmara Municipal de Santa Cruz, que incluiu uma tertúlia com algumas das mulheres que deram voz à sua história. Este trabalho é feito pela UMAR desde há muito tempo e visa combater a invisibilização das mulheres na História. Ao longo deste ano, estamos a recolher histórias no Funchal e em Câmara de Lobos, em parceria com as câmaras municipais dos respetivos concelhos. Desafiamos todas as câmaras municipais da Região Autónoma da Madeira a apoiar esta recolha ao longo dos próximos anos, de maneira a termos uma representação de mulheres de toda a região. Aquando da minha participação em nome da UMAR na iniciativa organizada na Assembleia Legislativa Regional pelo PAN e Womanizate “Ser Mulher: passado, presente e futuro”, que irá acontecer esta tarde, teremos também, no mesmo local, a nossa exposição itinerante “Direitos Humanos das Mulheres” que poderá ser visitada durante uma semana. Nesta, é possível conhecer um pouco do antes e depois do 25 de abril em Portugal, assim como outras temáticas relacionadas com a igualdade de género, os ecofeminismos e a prevenção da violência”, informa comunicado de imprensa.
A mensagem final reforça a importância das lutas passadas e de continuar vigilante para garantir que os direitos das mulheres não retrocedam.