Terceiro partido mais votado em 2025, o PS desfrutou de 13 minutos para a sua intervenção na sessão plenária que evoca os 52 anos do 25 de Abril, cabendo a Paulo Cafofo a oratória, com muitas críticas implícitas à atividade parlamentar, nomeadamente aos sucessivos chumbos a propostas da oposição.
Celebrar esta data é também “discutir o presente e preparar o futuro”. Mas, para tal, ressalvou, “é preciso que exista maturidade democrática”, reivindicando ser necessário “respeitar todos os partidos, o seu papel e o direito de propor”.
“A maioria existe para decidir, não para bloquear e chumbar tudo o que vem da oposição” clamou o líder parlamentar socialista.Diz que, “com isto, quem perde são os madeirenses”, frisando que “uma maioria madura não confunde essa maioria com monopólio”.
Esmiuçou algumas das aludidas propostas socialistas e não poupou nas críticas, nomeadamente no que diz respeito ao aumento do custo de vida, numa altura em que, diz, a receita fiscal aumenta.
E reivindica “uma nova Autonomia, uma Autonomia mais justa”