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Trabalhadores e ARM mantêm braço de ferro e greve não está excluida

JM-Madeira

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Data de publicação
09 Março 2023
17:57

Os trabalhadores da ARM decidem amanhã se vão endurecer as formas de luta contra o que dizem ser o incumprimento dos prazos do acordo firmado com a empresa pública regional ARM - Águas e Resíduos da Madeira.

Hoje, no final do primeiro de dois dias de plenários dos trabalhadores, Maria João Afonseca, do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Atividades do Ambiente do Centro Sul e Regiões Autónomas, fez o balanço dos encontros e disse que os trabalhadores da Ribeira Brava e do Porto Novo estão "revoltados" com o facto de "uma questão burocrática" estar a impedir a entrada em vigor do aumento que foi acertado, apesar de as partes terem chegado a acordo e de este já estar aprovado.

"É a terceira vez" que a empresa adia a assinatura, denuncia a sindicalista, explicando que a entrada em vigor do acordo só pode acontecer depois de ser publicado em jornal oficial.

"Ora, isto quer dizer que se a empresa cumprir, desta vez, o prazo que está a dar até ao final de março, só em abril é que os trabalhadores terão o aumento", calculou.

O sindicato está a acusar a ARM de "falta de palavra", ainda que a empresa esteja a responsabilizar as secretarias regionais pela demora, segundo disse Maria José Afonseca.

Face a este quadro, a sindicalista remeteu para amanhã uma decisão sobre novas formas de luta, que podem incluir a greve. Maria José Afonseca diz que a decisão será tomada no final dos dois dias de plenários.

Alberto Pita

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