A Nova Direita organizou, no passado sábado, dia 18 de abril, uma sessão de esclarecimento dedicada à construção de habitações em madeira, apresentada como uma alternativa mais acessível no atual contexto de crise habitacional.
A iniciativa, promovida pelo coordenador Paulo Azevedo, contou com a presença de uma empresa especializada neste tipo de construção, bem como de agentes imobiliários, arquitetos, fiscais e jovens interessados na aquisição da primeira habitação.
Paulo Azevedo justificou a iniciativa com a ausência de medidas eficazes por parte do Governo Regional, acusando o executivo de “continuar a privilegiar a construção de luxo, negligenciando as necessidades da classe média e dos jovens casais”.
Como exemplo concreto, “foi avançado que um jovem casal poderá adquirir um terreno e construir uma moradia T3 por cerca de 250 mil euros, existindo já instituições bancárias disponíveis para financiar este tipo de projeto”.
O modelo de construção em madeira é amplamente utilizado há várias décadas nos Estados Unidos, Canadá e nos países nórdicos, com habitações a ultrapassar os cem anos em boas condições de habitabilidade.
A Nova Direita defende que “importar estas soluções do mercado internacional é fundamental para fixar os jovens na região, considerando-os o futuro da Madeira”.