Segundo partido mais votado em 2025, o JPP teve direito a 16 minutos para expor as suas argumentações na sessão solene relativa ao 52.º aniversário do 25 de Abril, que neste sábado decorre no hemiciclo madeirense.
A escolha recaiu em Jéssica Teles, que reconheceu o papel fulcral desempenhado pela Autonomia, mas também que “quando olhamos para a realidade de milhares de famílias madeirenses, percebemos que ainda existe um caminho exigente pela frente”.
Focou, por isso, o aumento do custo de vida, dizendo que, na leitura do JPP, “há trabalhadores que cumprem jornadas inteiras e continuam sem conseguir pagar toda as despesas”, há “casais jovens que trabalham, que querem ter filhos, que querem viver cá, mas esbarram em rendas incomportáveis e preços de habitação impossíveis de acompanhar”, apontou, entre outros exemplos.
Por outro lado, disse, “não podemos viver satisfeitos com anúncios, inaugurações ou propaganda, quando tantos continuam aflitos no seu dia-a-dia”, porque “a política tem de ser, antes de tudo, um serviço público para todos”.
“Crescer em liberdade também significa responsabilidade, de participar, de questionar, de exigir melhor...”, foi outro dos ângulos de abordagem na sua intervenção, que conteve alguns minutos de apelo aos jovens e à sua participação cívica.