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‘Madeira Primeiro’ insiste na atribuição do Subsídio de Insularidade aos Trabalhadores do Estado

Data de publicação
28 Fevereiro 2024
14:57

A candidata pela coligação ‘Madeira Primeiro’ à Assembleia da República, Paula Margarido, insiste, em comunicado, na atribuição do Subsídio de Insularidade aos Trabalhadores do Estado da Região.

“Ainda que tenhamos um Estado com dois pesos e duas medidas, não nos parece que seja justo que os Trabalhadores da Administração Central que estão ao serviço da nossa Região – como é o caso, entre outros, dos Profissionais da Polícia de Segurança Pública, da Guarda Nacional, da Guarda Prisional e dos Funcionários Judiciais – continuem sem acesso ao Subsídio de Insularidade, sendo esta uma grave discriminação que se espera ver corrigida, pelo Governo da República, na próxima Legislatura” afirma a candidata, garantindo “não compactuar com este tratamento desigual” e lembrando que está em causa “o respeito pelos direitos de cidadãos que cumprem uma nobre missão a favor de todos os madeirenses”.

Uma proposta que, sublinha, “apresentada pelos parlamentares do PSD/M na Assembleia da República ao Orçamento do Estado para 2024, foi chumbada pelo PS”.

Paula Margarido que, a par do Subsídio de Insularidade que defende e na sequência dos vários contactos que a sua candidatura tem vindo a estabelecer com estas entidades, reitera, também, a “necessidade” do Governo da República “investir nas condições de trabalho destes profissionais, garantindo-lhes outra dignidade”. “Ao contrário de outros Partidos, não nos congratulamos por ver um contrato interadministrativo assinado para a elaboração de um projeto que já devia estar feito e no terreno há anos, nem tampouco concordamos com as condições de grave degradação e insegurança a que assistimos nas Esquadras da PSP e nos nossos Tribunais, para as quais alertamos há oito anos”, vincou.

“O nosso objetivo é garantir que serviços essenciais, como estes, tenham outra dignidade, não só para os profissionais que lá trabalham como, também, para o acolhimento e atendimento dos nossos cidadãos”, frisou, por fim, a candidata, lembrando que “estamos a falar de serviços que não podem ser postos em causa, para prejuízo da nossa segurança” e que “a carência de recursos humanos nestas áreas deve-se, também, a esta falta de investimento da República, que é fundamental ultrapassar, com um Governo da República mais atento, mais justo e mais sensível ao respeito dos direitos, liberdades e garantias de todos os cidadãos”.

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