Élvio Sousa manifestou, esta manhã, na Fajã da Ovelha, o seu "caloroso agradecimento pela confiança de votação da população da Calheta e das suas freguesias no Movimento Juntos Pelo Povo", o que, a seu ver, é "um sinal claro de expansão do JPP e de reconhecimento do trabalho parlamentar dos três deputados, e de uma equipa de candidatos brilhante."
À margem de uma iniciativa junto da população, o líder do JPP recordou a ação do partido no "desmantelamento de uma rede que se dedicava a registar terrenos de outros como se fossem seus, a fim de obtenção ilícita de fundos comunitários", dando conta de que tem recebido "novas denúncias sobre alegados roubos e falcatruas na Calheta".
"Recentemente chegaram-nos depoimentos que essa ‘quadrilha’ está num processo de licenciamento de infraestruturas agrícolas, em terrenos que são do município, com o objetivo de as transformar posteriormente em espaço comercial, violando o PDM", revelou o deputado, acrescentando que "fala-se de um campo de caça privado para senhores de gravata da Quinta Vigia, o que vai levar à retirada das vacas da serra".
Neste sentido, Élvio Sousa considera que "este tipo de falcatruas, que usam reclamações de área nas finanças da Calheta, com aumentos de 3200% de área têm de ser investigadas", anunciando que, pela quantidade de reclamações, o JPP vai "abrir a época à ´caça´ à corrupção mais cedo", começando pela Calheta e seguindo para a Ponta do Sol.
Lígia Neves