Pelo JPP, Paulo Alves alertou para o risco de a plataforma poder transformar-se “numa plataforma para comprar votos”, defendendo que o sistema não pode servir de “subterfúgio” para que o PSD “controle as pessoas para ganhar votos”, nomeadamente “através das Casas do Povo”.
O parlamentar do JPP criticou ainda referências à duplicação de apoios sociais, corrigindo a expressão para “ajuda complementar”, numa alusão a situações em que diferentes mecanismos de apoio podem coexistir para responder às necessidades das famílias.
A deputada do PSD, Cláudia Perestrelo, defendeu esta terça-feira a nova Plataforma Digital dos Apoios Sociais como um instrumento de “justiça, transparência e rigor”, mas o JPP levantou dúvidas sobre a utilização do sistema.