Os vereadores do PSD na Câmara Municipal de Santa Cruz contestaram esta semana os valores atribuídos pelo executivo municipal no âmbito do Fundo Social de Emergência, considerando que os apoios previstos “não correspondem às reais dificuldades das famílias” do concelho. Dizem que Santa Cruz tem “milhões” mas dá aos munícipes “migalhas”.
Em resposta, o JPP refere que “a Coligação Mais Santa Cruz, vulgo PSD, emitiu mais um comunicado que revela a má fé e a desonestidade política que tem norteado a praxis de uma gente que não tem passado que legitime qualquer crítica que façam ou venham a fazer”.
Numa nota enviada à redação, o partido acrescenta que “é no mínimo ridículo e no máximo desonesto criticar um programa social como o Fundo Social de Emergência - Apoio Temporário”, explicando que “trata-se de um programa social da autarquia que permite a atribuição de apoio a famílias em situação comprovada de carência e de vulnerabilidade socioeconómica, com especial atenção às famílias monoparentais, numerosas, em situação de desemprego e/ou com doenças graves, tendo como objetivo primordial contribuir para a melhoria da sua qualidade de vida”.
”O apoio a conceder consiste na atribuição de uma ajuda financeira para o pagamento de bens e/ou serviços essenciais básicos, nomeadamente eletricidade, água, gás, crédito à habitação, artigos de puericultura, entre outros. A duração do apoio financeiro é de 12 meses, e consiste num apoio mensal que pode ir dos 50 aos 150 euros. Coisa que o PSD nunca fez neste concelho”.