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“Estimular e proteger o Cuidador Informal”, defende ADN

Data de publicação
22 Setembro 2025
10:28

“Estimular e proteger o Cuidador Informal”, defende o ADN - Madeira.

O partido considera que, numa altura em que se evidenciam problemas tais como: envelhecimento populacional, aumento de doenças crónicas incapacitantes, aumento do número de crianças e adolescentes com autismo, aumento de casos de pessoas cada vez mais jovens com dependência a vários níveis, altas problemáticas, ausência de lares, ausência de cuidados continuados, ausência de recursos humanos suficientes para os internamentos domiciliário, ausência de baixa remunerada para a assistência à família, eis que “eclode uma notícia da pretensão de uma Sra deputada do PSD confirmar cortes aos ‘apoios’ recebidos pelos Cuidadores Informais”.

O ADN - Madeira, num comunicado assinado pela candidata Carolina Martins, defende que é preciso atentar ao facto que esses apoios apenas são concedidos e após um complexo processo burocrático a famílias cujo agregado familiar no seu todo tenha um rendimento inferior ao actual ordenado mínimo.

“Devemos enfatizar que o Cuidador Informal apesar de ter um papel invisível na Sociedade é um elemento-chave para a manutenção da dignidade e qualidade de vida de quem precisa de apoio”, reforça.

O partido lembra que o cuidador informal desempenha funções de elevada relevância social, emocional e económica: “evitando ou adiando a institucionalização em lares e hospitais, permite que a pessoa dependente fique em ambiente familiar reforçando a inclusão social, garante afecto, segurança e continuidade dos laços familiares- garante um serviço humanizado”.

“A esses heróis/ heroínas que trabalham 24 sob 24 horas sem direito a folgas, férias ou agora os parcos apoios que têm estão em risco de lhes serem retirados nós como Sociedade devemos-lhes Eterna Gratidão e a devida valorização”, refere.

O ADN defende que deveriam de ser integrados no sistema de saúde, deveriam ter acesso a formação por profissionais qualificados e deveria existir uma rearticulação entre profissionais de saúde e serviços sociais garantindo uma resposta mais humanizada quer para o cuidado quer para o Cuidador.

“Em suma o Cuidador Informal é um pilar essencial no cuidado de pessoas dependentes, assegurando não só o bem-estar físico e emocional, mas também contribuindo para a sustentabilidade do sistema social e de saúde. Reconhecer, apoiar e valorizar os cuidadores é uma questão deJustiça Social e também uma necessidade estratégica para responder aos desafios cada vez mais precoces de uma Sociedade Doente”, remata.

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