O deputado do Chega afirmou que as eleições presidenciais de domingo representam um confronto direto entre o povo português e o que diz ser o sistema de vícios, corrupção e interesses instalados que há décadas domina o país. Para o parlamentar, trata-se de uma escolha clara entre quem quer um Portugal novo, justo e focado nos portugueses e quem prefere que tudo fique como está, mantendo um regime apodrecido que empobreceu o país e traiu sucessivas gerações.
Na opinião do deputado, o PS, PSD, Bloco de Esquerda, Livre, JPP e Iniciativa Liberal são “farinha do mesmo saco”, porque “convergem no apoio a um candidato que simboliza a continuidade do sistema e que defende políticas como a imigração descontrolada, o aborto, a legalização das drogas e a eutanásia, ao mesmo tempo que protege interesses instalados e redes de influência e corrupção”. Para o Chega, esta convergência “prova que não existe verdadeira alternativa a André Ventura e ao Chega”.
“Estas eleições são um combate entre o povo e um sistema podre que prefere a corrupção e os privilégios a um Portugal novo e justo. As escolhas são claras e não há espaço para fingimentos”, afirmou o deputado.
No que diz respeito às Regiões Autónomas, o deputado destaca que André Ventura é também o único candidato presidencial claramente comprometido com a autonomia, defendendo uma revisão constitucional para reforçar os poderes dos órgãos de governo próprio, a criação de um sistema fiscal próprio para a Madeira, a extinção do cargo de Representante da República, a recuperação da ligação marítima de passageiros e carga rodada e um modelo mobilidade aérea em que os cidadãos paguem apenas o valor fixo.
“Só o André Ventura representa uma rutura verdadeira com este sistema e a possibilidade real de construir um Portugal novo, soberano, justo e respeitador da autonomia da Madeira e dos direitos dos portugueses”, concluiu.