Começa esta tarde, na Calheta, a bênção dos capacetes que assinala o arranque das festividades do Dia do Motociclista, num evento que reúne milhares de participantes na zona marginal.
O presidente do Clube Motard, Nuno Sousa, mostrou-se satisfeito com a forte adesão: “Estamos muito contentes com o dia de hoje, além de estar um dia fantástico aqui na Calheta, bastante sol, que é o que nós precisamos, quem anda de moto gosta disto assim”, referiu, sublinhando ainda que “a Calheta está completamente cheia”.
Sobre a elevada participação, acrescentou. “A adesão até foi acima destas expectativas, nós não estávamos à espera de tanta gente e afinal está mais pessoas do que nós estávamos à espera”, estimando a presença de “uma média de 4.500 a 5.000 motos”.
Este ano, pela primeira vez, não houve caravana entre o Funchal e a Calheta, uma decisão conjunta com a Federação de Motociclismo de Portugal, justificada por questões de segurança e gestão do tráfego. Segundo Nuno Sousa, nos últimos anos registaram-se “excessos” na Via Rápida, com situações de motos paradas para vídeos e fotografias e constrangimentos à circulação.
O dirigente aproveitou ainda para alertar para o estado das estradas na Região, defendendo melhores condições de circulação para os motociclistas, que “pagam impostos de selo e seguros” e exigem maior segurança na estrada.