Miguel Castro foi o terceiro deputado a intervir na sessão solene relativa ao 52.º aniversário do 25 de Abril, que neste sábado decorre no hemiciclo madeirense.
Com oito minutos disponíveis, o deputado do Chega acentuou que a “Autonomia não é para proteger governos”, destaca o Chega.Antes, de entrada, relembrou que “o 25 de Abril derrubou o regime, mas não entregou o País a uma democracia”.
Disse que “seguiu-se um período conturbado”, pois “Abril abriu a porta à liberdade”, sendo que “a democracia só encontrou consolidação com o 25 de Novembro de 1975”.
Sem ele, “não haveria democracia pluralista”, recordando os tempos que que “a Madeira era vista como periferia por Lisboa”.