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Albuquerque insiste que se recusa a governar sem maioria

JM-Madeira

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Data de publicação
20 Setembro 2023
22:39

O cabeça de lista da coligação PSD/CDS-PP às legislativas da Madeira, Miguel Albuquerque, voltou hoje a dramatizar a importância de conseguir uma maioria no domingo, reiterando que se recusará a governar caso isso não aconteça,

"Não governo, não vou governar e recuso-me a governar se não tiver maioria, é impossível", disse Miguel Albuquerque, num comício em Santa Cruz, salientando que só com uma maioria é possível governar "com qualidade", ter estabilidade, cumprir um programa.

Comparando um executivo sem maioria com um jogo de futebol em que se joga a meio-campo e em que os jogadores estão sempre a "tropeçar uns nos outros, estão sempre a cair e nunca marcam golos", o também líder do PSD/Madeira disse que se recusa a "estar à frente de um governo que não marca golos".

"Eu governo para transformar a Madeira", disse Miguel Albuquerque que lidera o Governo Regional desde 2015, insistindo que não é possível "estar todos os dias a negociar um decreto, uma decisão, um orçamento".

Num concelho liderado desde 2013 pelo Juntos Pelo Povo (JPP), o candidato da coligação Somos Madeira repetiu também os argumentos que já tinha utilizado no Machico, município presidido pelo PS, lembrando que o que está em causa no domingo são eleições para o Governo da Madeira.

"Não são eleições nem para a câmara, nem eleições para a junta de freguesia, são eleições para o Governo da Madeira", apontou, assegurando que está ao serviço de todos, "independentemente do sítio onde nascem, do sitio onde vivem", pois não discrimina os concelhos e trabalha para "todos os madeirenses".

Miguel Albuquerque garantiu ainda ter "grandes projetos" para Santa Cruz, falando na construção de um pavilhão multiúsos no Caniço, na construção de mais habitação a preços acessíveis e na recuperação da estrada antiga que liga a Boa Nova à Assomada, num troço de 13 quilómetros, obra que custará 13 milhões de euros.

Na sua intervenção, o líder do CDS-PP/Madeira e número dois na lista da coligação Somos Madeira, falou também do JPP, acusando o partido de todos os dias lançar "calúnias, infâmias".

"Mas, veja-se o que aconteceu na feitura das listas, não é que o irmão Élvio traiu o irmão Filipe e agora vem pedir a confiança, para dar confiança num partido onde deram facadas em casa e traíram, um irmão traiu o outro irmão. Alguém pode dar confiança a gente desta categoria, alguém pode dar o voto a gente como esta", questionou.

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