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Ucrânia: Reestruturação da TAP não está em causa

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Data de publicação
14 Março 2022
14:08

O ministro das Infraestruturas assegurou hoje, em Lisboa, que o plano de reestruturação da TAP está fechado e que não sofrerá alterações face ao conflito na Ucrânia, acrescentando que não se deverá verificar um aumento nos preços dos transportes.

"A TAP tem um plano de reestruturação aprovado em Bruxelas, com um determinado montante e está fechado. Ponto final parágrafo. Tudo o que vier a acontecer para toda a gente vamos ver. Não conseguimos antecipar tudo", apontou Pedro Nuno Santos, em declarações aos jornalistas, à margem da celebração dos 77 anos da TAP, em Sintra.

O governante reconheceu que a atual conjuntura "é difícil" para todas as economias e setores, mas vincou que as consequências que a TAP sofrer serão as mesmas vivenciadas pelas restantes companhias aéreas.

Questionado sobre a possibilidade de uma subida no preço dos transportes, Pedro Nuno Santos assegurou que não está prevista.

"A TAP é uma realidade dentro dos transportes coletivos de passageiros e aí, embora não sendo a área que tutelo, não está em causa nenhum aumento de preços", precisou.

Por sua vez, a presidente executiva da TAP, Christine Ourmières-Widener, disse que a companhia está "atenta à subida do preço dos combustíveis" e vai tentar, "o máximo possível", mitigar esta escalada.

"Estamos num mundo muito competitivo e vamos ver o que as outras companhias aéreas vão fazer [face a este aumento] e reagiremos, tendo em conta o plano de custos", disse, referindo-se a uma possível subida do preço dos bilhetes de avião.

A Rússia lançou na madrugada de 24 de fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que causou pelo menos 406 mortos e mais de 800 feridos entre a população civil e provocou a fuga de mais de dois milhões de pessoas para os países vizinhos, segundo os mais recentes dados da ONU.

A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas a Moscovo.

Lusa

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