No seu discurso, após a sua tomada de posse como Presidente da República, António José Seguro saudou o poder local e as autonomias regionais, que este ano celebram 50 anos. “As autonomias são um marco incontornável da consolidação da Democracia Portuguesa”, reconheceu Seguro, consciente que “Portugal continua a apresentar desequilíbrios regionais significativos”, olhando também, nesta análise, para as assimetrias entre o interior do país e o litoral.
Antes, António José Seguro vincou que “cuidar da democracia é uma tarefa urgente”. Prometeu que tudo fará para promover o diálogo, para, entre outras metas, melhorar a qualidade de vida dos portugueses, garantir acesso à saúde, acesso à habitação, melhores oportunidades para os jovens, uma justiça mais célere e um estado eficiente.
Prometeu chamar os partidos para um acordo na saúde, visando a salvaguarda da continuidade do Serviço Nacional de Saúde.
Antes, também defendeu a reconstrução célere das zonas afetadas pelos temporais de fevereiro.
A nível internacional, vincou que “somos um país europeu, atlântico e lusófono”, em que a opção europeia foi e é uma aposta estruturante. O mundo precisa de mais Europa”, acrescentando que “a vontade nacional é essencial para o sucesso”.
Afiançou que será um presidente próximo das pessoas, que escuta e atento às suas preocupações, comprometido com a justiça social. “Serei exigente com as instituições”, disse prometendo ainda que “tratarei todos os partidos por igual”.