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Ucrânia: Macron garante que França está ao lado dos ucranianos

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Data de publicação
16 Junho 2022
12:49

O presidente francês, Emmanuel Macron, disse hoje, durante uma breve visita a Irpin, nos arredores de Kiev, que a Ucrânia "deve ser capaz de resistir e de vencer" e garantiu que a França está do lado dos ucranianos.

Questionado por jornalistas sobre as declarações em que dizia que a Rússia não deveria ser "humilhada", opinião que foi muito criticada na Ucrânia, Emmanuel Macron garantiu que a França apoia a Ucrânia.

"A França está ao lado da Ucrânia desde o primeiro dia (…). Estamos ao lado dos ucranianos sem ambiguidades. A Ucrânia deve ser capaz de resistir e de vencer", disse o presidente francês.

Macron está de visita à Ucrânia numa comitiva que conta com o chanceler alemão, Olaf Scholz, bem como o primeiro-ministro italiano, Mario Draghi.

O objetivo desta visita é transmitir "uma mensagem de unidade europeia aos ucranianos", afirmou Macron ao chegar à capital da Ucrânia, país alvo de uma ofensiva militar da Rússia desde 24 de fevereiro.

Além dos três líderes europeus, chegou também a Kiev o presidente romeno, Klaus Iohannis, que também participará num encontro com o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.

Esta viagem "é uma mensagem de unidade europeia aos ucranianos e ucranianas, de apoio para falar do presente e do futuro, porque sabemos que as próximas semanas serão muito difíceis", assinalou Macron, numa breve declaração.

Pelo seu lado, Olaf Scholz afirmou à imprensa alemã, pouco antes da sua chegada a Kiev, que o objetivo da sua viagem é garantir a solidariedade e a continuidade do apoio à Ucrânia perante a invasão russa.

"Mas não só queremos demonstrar solidariedade, como garantir também que a ajuda que estamos a organizar - financeira, humanitária, mas também de armamento - continuará. E que continuaremos com ela quanto tempo seja necessário para a luta pela independência da Ucrânia", disse.

Macron, Scholz e Draghi viajaram juntos durante toda a noite num comboio especial que partiu de uma estação na Polónia, não identificada, de acordo com imagens divulgadas por meios de comunicação alemães e italianos.

Os dirigentes viajaram cada um na sua carruagem, mas mantiveram uma reunião de cerca de duas horas para preparar um encontro com Zelensky, informou a agência italiana ANSA.

Esta viagem acontece num momento chave, poucos dias antes do Conselho Europeu de 23 e 24 de junho, do qual a Ucrânia espera um gesto simbólico muito forte, com o apoio da candidatura deste país à União Europeia.

O Palácio do Eliseu insistiu que falta encontrar "um equilíbrio entre as aspirações ucranianas" e as de outros países candidatos à entrada na UE já envolvidos em negociações, além de que "não há que desestabilizar nem fraturar a UE".

Lusa

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