Na Madeira, são necessárias mais 300 a 400 pessoas docentes para colmatar as faltas, que, sustentou Francisco Oliveira, do SPM, se tem traduzido em sobrecarga para os outros docentes.
Antevê que até 2030 “tenhamos menos 450 professores ao serviço”. “Nós temos proposto à secretaria um conjunto de propostas”, relevando que um dos pontos passa pela atração de novos professores para a carreira.
Francisco Oliveira falava no âmbito da caravana pela regularização da carreira docente na RAM, cuja petição com o mesmo teor refere, entre outros pontos, a recuperação do tempo de serviço perdido pelos docentes que tiveram de esperar por vaga para progredir aos 5º e 7º escalões.