“Se fosse pelo dinheiro, nós não fazíamos canoagem. Jogávamos futebol.” É assim que Bernardo Pereira explica do facto de ter abraçado a canoagem de mar em vez da canoagem de velocidade, variante da modalidade que usufrui de mais apoios e ainda possui o estatuto de modalidade olímpica.
“Eu gosto de fazer canoagem de mar. E não é por causa dos Jogos Olímpicos, que não faz diferença, nem nunca será”, defendeu o atleta do Clube Naval da Calheta, durante a entrevista com o jornalista Miguel Guarda, que está a decorrer no Plaza Madeira.